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E do mato brota uma vila. E uma vida nova para centenas de famílias que sairão de uma aldeia de casas modestas para um espaço com melhores condições de habitabilidade – residências modernas, dotadas de mais espaço, melhor arejadas, iluminadas e com água canalizada, e um saneamento amigo do ambiente. Os serviços de saúde, e outros de interesse público, nomeadamente, administrativos, sociais e culturais, foram devidamente tidos em conta. Assim vai ser a futura vila de reassentamento, cujas obras estão a decorrer normalmente, como atestam as imagens registadas pela reportagem da Rádio Comunitária de Palma. Fica situada na zona de Quitunda, e para lá mudar-se-ão pouco mais de quinhentas e cinquenta famílias (550) por força de um entendimento entre a empresa Anadarko e a comunidade de Quitupo, local onde se prevê edificar uma das principais infra-estruturas de exploração pela empresa ANADARKO do gás natural da Bacia do Rovuma. As primeiras 175 casas serão entregues já nos princípios de 2019.

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As imagens são eloquentes. Foram registadas no decorrer de uma visita às obras por funcionários do Governo do distrito de Palma, líderes comunitários e membros da sociedade civil. “É a quinta visita”, disse um funcionário da ANADARKO, durante as quais os parceiros da empresa não só se inteiram do andamento das obras, como propõe uma e outra alteração que acharem oportuna. Aliás, a concepção técnica deste moderno aglomerado comunitário contou sempre com as ideias dos principais interessados – os seus futuros habitantes. Aliás, jovens que para ali irão viver, estão eles próprios empregues nas obras de edificação da sua Vila.

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