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Troço da EN 1 na província de Inhambane/Foto Edmundo G. Matos

O director-executivo do Banco Mundial (BM), Andrew Mvumbe, disse hoje em Maputo que a economia moçambicana começa a mostrar sinais positivos, mas o país deve apostar na consolidação fiscal para tornar o crescimento sustentável.

Em conferência de imprensa, que marcou o início da sua visita de dois dias a Moçambique, Andrew Mvumbe disse que o Produto Interno Bruto (PIB) de Moçambique poderá crescer 4,5%, depois de ter tido em 2016 o desempenho mais baixo dos últimos anos, quedando-se nos 3,7%.

“A macroeconomia do país começa a aguentar-se, esperamos que seja sustentável, ancorada em reformas económicas necessárias em sectores-chave”, declarou o zimbabueano Andrew Mvumbe.

O diretor-executivo do BM acrescentou que as autoridades moçambicanas têm conseguido conter a desvalorização do metical, baixar a inflação e fortalecer as reservas internacionais líquidas.

“A economia está a estabilizar, a inflação a baixar, as taxas de juro têm estabilizado e as reservas internacionais líquidas têm estado a consolidar-se”, afirmou.

Andrew Mvumbe referiu que a sustentabilidade da economia moçambicana exige que o país aposte em reformas, nomeadamente no plano fiscal, criação de um ambiente favorável aos negócios e diversificação da economia e apoio ao setor privado.

O responsável do BM anunciou hoje em Maputo que a sua instituição vai desembolsar nos próximos três anos 1,2 mil milhões de dólares para Moçambique, visando o financiamento da agricultura, saúde, educação e infraestruturas.

“A economia está a estabilizar, a inflação a baixar, as taxas de juro têm estabilizado e as reservas internacionais líquidas têm estado a consolidar-se”, afirmou.

Andrew Mvumbe referiu que a sustentabilidade da economia moçambicana exige que o país aposte em reformas, nomeadamente no plano fiscal, criação de um ambiente favorável aos negócios e diversificação da economia e apoio ao setor privado.

O responsável do BM anunciou hoje em Maputo que a sua instituição vai desembolsar nos próximos três anos 1,2 mil milhões de dólares para Moçambique, visando o financiamento da agricultura, saúde, educação e infraestruturas.

Fonte: Lusa

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