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Os chamados taxiciclistas numa artéria de Quelimane/Ferhat Momade

Moçambique é o 13.º país mais atractivo para os investidores a curto e médio prazo, de acordo com um ranking elaborado pela consultora Quantum Global Research, que coloca os restantes lusófonos na segunda metade dos 54 países analisados.

O ‘ranking’ não apresenta explicações sobre as razões que levam os analistas a colocar Moçambique nesta posição, mas mostra uma forte melhoria desde 2013, ano em que o país era o 23.º preferencial de investimento, numa lista liderada pelo Botswana, Marrocos e Egipto.

O Índice de Investimento em África está dividido em seis sectores: Factor de Crescimento, Factor de Risco, Factor Demográfico, Factor de Liquidez, Ambiente de Negócios e Factor de Capital Social, cada um com várias alíneas onde se incluem, entre outras, o tamanho da economia, o crescimento económico, a população, a facilidade na condução de negócios, a taxa de penetração da rede social Facebook, a dívida externa, o ‘rating’ das agências de notação financeira e o risco na taxa de câmbio.

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